Faz algum tempo eu percebi que eu posso aceitar um pouco de quase tudo nessa vida, mas fazer papel de boba não. Desde então, quando sinto que as coisas estão caminhando nesse sentido fico desnorteada. Ter que conviver com gente sonsa é uma coisa que me tira do sério. Gente que se faz de tonta pra tirar vantagem em cima de tudo e de todos. E faz tudo isso com a maior cara lavada, achando que ninguém percebe. Alguns talvez mais inocentes realmente não se tocam, e acreditam na bondade do cidadão. Mas eu já tenho meus olhos bem abertos com esse tipinho. Enquanto não tomo uma atitude eu não tenho paz. Deito e acordo pensando naquilo que me faz mal, que me diminui, me coloca pra baixo. E de quebra os sintomas físicos aparecem com força total. Dor de cabeça, dor no corpo, e o pior de todos uma irritação extrema. Dó de quem tem que conviver comigo. Para tudo existe limite. Hora de tomar alguma atitude. Neste caso o que me resta é conversar, expôr civilizadamente minhas razões e argumentos. Ainda que a vontade de chutar o pau da barraca seja grande.
"Escrever é procurar entender, é procurar reproduzir o irreproduzível, é sentir até o último fim o sentimento que permaneceria apenas vago e sufocador." (Clarice Lispector)
segunda-feira, março 19, 2012
quinta-feira, março 08, 2012
Quem poderá saber?
Ainda não sei o que estou escrevendo aqui. Mas em que momento eu perdi a inspiração meu Deus?
Desorganizada... E sei que tenho vivido situações que há alguns meses atrás renderiam textos e mais textos. Se seriam bons já não sei. Mas seriam no mínimo necessários.
Simplesmente não existem mais palavras. Elas se desintegraram em pensamentos. É isso. Tenho pensado demais. O pensamento gasta as idéias que não colocadas no papel não se eternizam.
mara.f
"Se alguém me achar, me devolva"
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